sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

                                     LABIRINTO

Procuro-me... mas não me acho
Metade de mim partiu
e, metade é labirinto
Detenho-me no passado
Porém, o tempo é cruel
e impulsiona-me ao presente.
Enrosco-me, sinto ferroadas,
Facas atravessam o meu peito
atingem meu coração, mas não me matam...
Grito, choro...lamentos ecoam no vazio...
e, ressoam aos meus ouvidos em forma de dor.
Tento sair e não posso.
E, se chamo o futuro?
Vejo a vastidão desértica,
o silêncio ensurdecedor...
.........................................
Acho, que estou no inferno!
Se, ao menos, eu pudesse caminhar...
Mas, não posso.
Estou fincada n'alguma parte deste labirinto

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